Alcohol taught me a lot about me
Descobri para que cargas d’água “A sunday smile” serve.
Serve para quando você começou o fim de semana com um copo (leia-se “copo” mesmo, não “dose”) de pinga às 3.00PM do sábado e só parou às 3.00AM de domingo.
“Don’t start me on the rum just because it makes me numb… start me on the whiskey, I know whiskey is his drink. You never drank it with me, and now you drink it with him… I’m not good enough for whiskey, not good enough for you.”
Heh, piadinhas internas cult, talvez apenas o Danilo entenda, e ainda assim parcialmente.
Aliás, que musiquinha maldita é essa, hein. Autobiográfica demais, e me acompanha desde 2001.
Pulemos as conversas desagradáveis e falemos do porre, que é mais interessante. Pelo menos para mim.
Uma coisa que sempre me desagradou nos meus porres é que eu fico RUIM, mas não passo mal. Tipos, perco o rumo de casa, falo enrolado, não enxergo nada, tropeço nos meus próprios pés (isso eu faço sóbria também), durmo em cima da mesa, mas não abraço o vaso/guia/perna alheia.
E isso me incomoda, sabe. Porque eu preferiria morrer vomitando bile em pés alheios e não ter uma enxaqueca (literalmente) homérica. Parece que Atena sairá da minha cabeça a qualquer momento, sábia e armada, e dirá: “fica três anos na cervejinha pilsen mijo-de-anjo e volta à vida highway to hell de repente, esperta”.
Deus, send me an angel pra me salvar dessa vida bandida, porque eu não tou podendo. Io sono una vecchia de 21 anni e non posso continuare agendo in questo modo.
(Yeah, I get fucked up every once in a while, but we all gotta get fucked up just to smile.)



